Home Data de criação : 09/03/21 Última atualização : 11/10/17 11:23 / 28 Artigos publicados

Como cultivar plantas em vasos  escrito em quinta 21 abril 2011 10:31

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Nos dias de hoje a maioria da população vive em apartamentos, em meio a uma verdadeira floresta de concreto e asfalto. Nada mais natural, que sintam necessidade de trazer para dentro de casa um pouco da natureza, e a maneira mais usada para isso é o cultivo de plantas em vasos.

Para que nossas plantas mantenham-se viçosas é necessário que tomemos alguns cuidados no cultivo, pois devemos lembrar que as plantas são seres vivos, e necessitam de cuidados para que mantenham-se saudáveis.

Água - antes de comprar o seu vaso, é preciso saber qual a necessidade hídrica da planta adquirida. Mas independente de sua necessidade, é importante saber que as regas devem obedecer uma constância. De nada adianta esquecer de regar um dia e compensar isso regando em demasia no outro. Folhas e botões que apodrecem e caem, são sinais que as regas estão sendo excessivas; assim como plantas murchas e pendentes são sinais de falta d'água.

Luz - as plantas indicadas para dentro de casa são as de sombra ou meia-sombra. Mas mesmo estas precisam de uma certa quantidade de luz para a realização de fotossíntese. Se a iluminação natural não for suficiente para você ler um texto de letras miúdas, também não é adequada para suas plantas.

Temperatura - as plantas precisam estar em ambientes arejados, mas sempre tomando cuidado com correntes de ar, pois a mudança brusca de temperatura pode ressecar a folhagem. Pelo mesmo motivo, devemos atentar para vasos colocados em sacadas de apartamentos, onde predominam ventos fortes.

Adubação - assim como nós, as plantas necessitam de alimentos que podem ser obtidos através de adubação orgânica ( húmus de minhoca, farinha de osso , composto) uma vez por ano; ou adubação química ( o famoso NPK) uma vez por semana.

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Jardim Seguro  escrito em domingo 10 outubro 2010 13:08

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Ao planejarmos um jardim, não devemos nos esquecer que ele deve ser além de bonito, também seguro para as pessoas que nele convivem, principalmente para crianças, animais domésticos e pessoas idosas ou portadoras de necessidades especiais.

O ideal é que seja feita uma consulta com um profissional qualificado. Mas como isso nem sempre é possível, convém pesquisarmos quais são as plantas que não devem ser usadas, pois muitas delas podem causar graves intoxicações quando ingeridas ou reações alérgicas se tocadas.

 As plantas tóxicas mais comuns em nossos jardins são as azaléias (Rododendron), comigo-ninguém-pode(Dieffenbachia amoena), copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), alamandas ( Allamanda cathartica), crótons, giestas, mamona, praticamente todas as plantas do gênero Euphorbia (coroa-de-cristo e bico-de-papagaio), e muitos cactos, por causa do látex leitoso que expelem ao serem cortadas, sendo este um bom indicativo de toxicidade.

Os cães principalmente filhotes são muito curiosos a qualquer novidade colocada no jardim, e podem mastigar e engolir partes destas plantas. Em caso de intoxicação convém guardar a planta ingerida e procurar imediatamente orientação médica. Outra dica para quem tem cães, é evitar misturar torta de mamona e farinha de osso para fazer adubação. A farinha de ossos atrai os cães e como a torta de mamona é tóxica, isso pode provocar intoxicação nos cães.

No caso das crianças o melhor é orientá-las sobre o perigo que as plantas podem causar, e desestimulá-las de provar folhas ou frutos desconhecidos.

Outro problema também relativo às plantas são aquelas que possuem folhas pontiagudas, como algumas espécies de bromélias, agaves e cactos. Estas devem ser evitadas pelo risco de uma criança ou adulto com necessidades especiais, vir a cair sobre elas provocando cortes e arranhões na pele ou olhos.

Devemos observar também o tipo de piso utilizado em calçadas e outras áreas de circulação no jardim. Lajotas devem ser antiderrapantes, principalmente nas áreas molhadas como bordas de piscinas. Os dormentes muito utilizados nos jardins, apesar de bonitos podem se tornar escorregadios em dias de chuva, devendo portanto ser evitados.

Um fator importante que não deve ser esquecido é quanto a disposição das plantas junto ao portão de entrada da residência. Infelizmente, devido à violência nas grandes  e também nas pequenas cidades, devemos evitar arbustos e árvores grandes na entrada, onde alguém possa ficar escondido e surpreender o morador na chegada a sua residência.

Observando estes quesitos, podemos planejar áreas verdes mais seguras, tornando nossos momentos de lazer mais tranqüilos e agradáveis.

 

Ana Batezati

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CUIDADOS A SEREM TOMADOS COM AS PLANTAS NO INVERNO  escrito em quinta 03 junho 2010 16:09

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Embora as plantas exijam poucos cuidados no inverno, algumas medidas precisam ser tomadas para que elas resistam às temperaturas baixas e cheguem exuberantes à primavera.

Podas e transplantes: como as plantas entram em dormência durante o inverno, isto é, sua seiva encontra-se nas raízes, elas sofrem menos com as podas e transplantes nesta época do ano. Na poda de limpeza, eliminam-se galhos secos, quebrados e mal-formados. Já a poda de condução objetiva dar um bom aspecto à árvore ou arbusto, permitindo maior aeração e entrada de luz entre os galhos. Use sempre tesouras e serrotes bem afiados, para evitar “mascar” os galhos, favorecendo a entrada de fungos e bactérias. Após a poda, passar uma pasta selante encontrada em lojas especializadas.

Geadas: é necessário cobrir com sombrite as plantas tropicais, mais suscetíveis ao frio; e molhar o jardim pela manhã para fazer o degelo, evitando-se assim a queima das plantas.

Regas: pelo mesmo motivo opte pelas regas no período da manhã, assim a planta não passará a noite molhada. As regas devem ser efetuadas no máximo duas vezes por semana, pois as necessidades hídricas das plantas diminuem no inverno. Desta forma evita-se também o aparecimento de fungos pelo excesso de umidade.

Cobertura do solo: usando casca de árvores, pode-se fazer a cobertura do solo para reter umidade e assim evitar as regas muito freqüentes.

Adubação: dê preferência aos adubos orgânicos que são absorvidos lentamente pelo solo e evitam erros de dosagens ocasionando a queima das plantas. Os mais utilizados são o húmus de minhoca, a torta de mamona e a farinha de osso. Se optar pelos adubos químicos a composição mais indicada para as plantas que florescem ou produzem frutos no inverno é o NPK 4-14-8.

Plantio de bulbos: aproveite o inverno para plantar bulbos no jardim ou em vasos. Plantados na estação fria, terá belas flores no início da primavera. Alguns exemplos são: Amarílis (açucena), gladíolos, lírios e helicônias. Com estes cuidados seu jardim resistirá às baixas temperaturas e chegará à primavera com toda força para florescer e frutificar.

Ana Batezati

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Paisagismo eficiente  escrito em quinta 21 janeiro 2010 16:22

Blog de dicas-jardinagem-paisagismo :Dicas de paisagismo e jardinagem, Paisagismo eficiente

Para quem pretende implantar seu próprio jardim, é preciso ter em mente que o planejamento do espaço é fundamental para o sucesso do projeto. Se ao passar por um jardim, o indivíduo não sente vontade de parar para admirá-lo, ou o espaço não possui pontos de observação e paradas, este jardim não está sendo eficiente, e nao está cumprindo a sua função. Segundo Benedito Abbud, famoso paisagista no mercado brasileiro, o paisagismo talvez seja a única forma de expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano, portanto precisa proporcionar rica experiência sensorial. O cheiro das flores e plantas aromáticas, o barulhos das folhas ao vento e dos pássaros, a visão das flores, paisagens e esculturas, o paladar dos frutos do pomar e o tato nas texturas evocadas pelas plantas; tudo isto compõe o cenário de um paisagismo que cumpre a sua função, ou seja, encantar o ser humano resgatando sua essência e prazer em viver perto da natureza, respeitando suas fases e seus ciclos.

Até a próxima.

Ana Batezati

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Como criar um jardim em estilo romano  escrito em sábado 26 setembro 2009 08:46

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Os jardins romanos tiveram influência grega e persa a partir do século II a.C. Na Roma antiga eram jardins criados para recreação, em locais fechados a observação externa.

Caracterizam-se principalmente pela simetria, uso de fontes e elementos artificiais como mesas, colunas e estátuas de mármore.

Utiliza-se um número reduzido de espécies vegetais como o buxinho, a murta, o louro-anão e os ciprestes  que são espécies que permitem a topiaria, também bastante utilizada neste estilo de jardim. As heras são bem vindas cobrindo muros e paredes. Podemos utilizar também canteiros simétricos de ervas aromáticas, medicinais e poucas flores.

Ana Batezati

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